Como o próprio termo sugere, a alopecia androgenética está diretamente ligada à questão da hereditariedade. Sendo seu primeiro sinal é a perda excessiva de cabelo, originando as famosas “entradas”, na maioria das vezes, na região próxima à testa e no topo do couro cabeludo.

A condição genética também traz, em casos mais graves, o afinamento e queda mais rápida por parte dos folículos capilares!

Para tratamento dessa doença, é recomendado que a pessoa realize consultas com um especialista, além de acompanhamento com base em medicamentos e demais tratamentos clínicos, sendo possível realizar também o transplante capilar, prática capaz de proporcionar uma solução definitiva ao problema.